SEMINÁRIO REVISTA CRESCER

 

Entrei com uma expectativa e saí com outra visão ! #podeissoArnaldo ??

No convite mencionava a possibilidade de levar os filhos, dado o tema A importância do brincar  A Mattel patrocinou com jogos, brinquedos e monitores criando um espaço onde as crianças ficaram sem suas mães.

De cara não achei uma boa ideia levar os meus meninos, apesar de ter 4a e 7a são muito grudadinhos, confesso que tive um sentimento de culpa qdo vi várias mães com seus filhos, mas logo achei q tinha feito a melhor escolha.
Pensa comigo, um evento que duraria das 8h30 até as 13h não teria a chance de ser tão divertido para as crianças, e acertei mais uma vez, logo logo as crianças invadiram o lugar onde as mães estavam, e foi uma choradeira, algumas desistiram… enfim… voltemos ao tema.


A apresentadora Rosana Jatobá foi muito simpática e também contribuiu para o primeiro painel substituindo o ator global q faltou, mas em nada tivemos prejuízo pela sua ausência (não fora pela falta da beleza, falo pelas outras mães, é claro, eu me contentei com a beleza do pediatra, xii escapou hehe – desculpa aí amore).
Tínhamos pediatra, pedagogas, psicanalista, cantoras e Tas (em sua própria categoria) foi bom debater sobre o brincar, porque para alguns pais, brincar é pegar um brinquedo e sentar junto, mas hoje percebemos que o mundo da criança é uma grande brincadeira, e ela brinca até lavando carros (como citou a Fernanda Takai – PatoFu), a Fernanda Young comentou que se vê pagando mico qdo brinca com seus filhos e isso se deve ao fato de mães q tem filhos com mais idade. Quando jovem (tipo uns vinte e poucos anos) não se paga mico em falar fininho ou rolar no chão…
Dica:
#1 Tenha filhos mais jovem (agora é tarde?? heheh)

#2 Brincar com os filhos não é pagar mico, é soltar a criança que está dentro de cada um (tipo um zoo particular)
#3 Espontaneidade (se joga querida)

Também foi debatida a questão do brincar na escola, e particularmente o meu filho d 7a sofre bastante porque ele se vê numa escola cheia de regras e ele reclama de não tem liberdade para brincar com os amigos – como queria.
As escolas estão esquecendo que as crianças de hoje, não tem amigos na rua, não brincam soltos enfim, o lugar que eles interagem com outras crianças é na escola.
Há que se pensar sobre isso com mais seriedade.


Particularmente sinto falta de momentos de brincadeira com meus pequenos, e isso me causa um certo remorso. Já brincamos muito juntos, hoje me privo mais porque eles estavam querendo brincar só comigo, e eu entendo, afinal, eu não irrito eles, não machuco, não faço eles chorar nem coisas do tipo.
Mandei uma pergunta e foi lida, a questão era:
“E sobre as crianças que não tem interesse em brincar com outras crianças do condomínio/parque ?
Falo isso pq os meus pequenos sempre preferem brincar comigo.”

O Marcelo TAS foi taxativo “a culpa é da mãe” ele quis dizer q super protejo os meus, então, eles não querem bater a cabeça com outras crianças.

#4 É assim mesmo, se brincamos somos culpadas, se não brincamos somos culpadas


#5 Siga o que seu coração mandar, brinque ou deixe de brincar conforme seus instintos – mas não sufoque !!

E quanto aos Gadgets ? Ipad, Iphone, Smartphones, enfim, tirar ou incentivar?
Este é um caminho sem volta, o importante é saber dosar, e mostrar que são “brinquedos” mais valiosos, que precisam d mais cuidado e zelo, e que não podem ser a única forma de diversão, mas não dá para tirar completamente, também penso assim, entendo que o caminho é regular o uso. 
A Fernanda Young citou que conversa com seus filhos, que esse tipo de brinquedo não cai do céu, mas é uma forma de ter a recompensa pelas horas de trabalho do pai / mãe. entende?

Existem coisas que só as crianças valorizam, e estas vcs devem aproveitar enquanto elas são crianças, tipo fantoches, e massinhas, mas lembrando que não se deve ir com tanta pressão querendo que toda brincadeira seja proveitosa para o aprendizado da criança. A brincadeira deve ser suave e a criança sente isso.
#6 Cada idade tem sua brincadeira, não adianta querer adiantar nem atrasar o desenvolvimento da criança.
Tanto a Fernanda Young quanto o Marcelo Tas contaram experiências onde programaram viagens que pareciam uma grande brincadeira e no final as crianças não curtiram tanto, ou tanto quanto se esperava.

#7 Não precisa de grandes movimentos para divertir uma criança
 
Foi tratada a questão de inserir no contexto da criança que está se alfabetizando um segundo idioma, o que todos foram contra, tendo em vista que não se deve ter pressa, não se deve impor para a criança que ela vai ser um grande executivo, e por isso tem q aprender mandarim. enfim. Ressalvando-se as famílias que tem um segundo idioma nato, é claro.

#8 Criança não tem preconceito com brinquedo, quem tem são os pais.

Todos foram unânimes que meninos podem brincar com coisas d menina e vice-versa !

#9 CRIANÇA TEM QUE BRINCAR MESMO, e isso elas sabem fazer muito bem.
#10 Mãe tranquila é mãe feliz – faça o que te dá prazer e seu filho vai sentir isso e ser feliz tb!!

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